terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Já comecei a fazer das minhas!!!

 

Ontem comecei a dar sinais de vida. A minha mãe andou o dia todo enjoada e mal-disposta. E cansada!!! E hoje também…

 

Ou saio ao meu pai, ou sou mesmo assim, por ser minúsculo, mas adoro pregar partidas. A minha mãe nem sabe para onde se virar, ora tem fome, ora está enjoada. Ela anda de cabeça à roda sem perceber muito bem o que se está a passar, mas tem mesmo que ser, coitada. Eu já gosto muito dela, e sei que a minha mãe gosta muito de mim também.

 

Os meus pais andam feitos tolinhos a tirar fotografias à barriga da minha mãe, para ver se notam alguma diferença. Ainda é cedo!! Só espero não vir a ser tão palerma quanto eles.

 

Findo esta crónica intra-uterina despedindo-me com amizade dos meus leitores. Até breve!

sábado, 16 de janeiro de 2010

… porque a vida é fantástica

Bebé, ainda não te sinto a crescer dentro da minha barriga, mas há muito que cresces no meu coração. Desde que me lembro que desejo ser mãe. Sempre o desejei, com mais ou menos intensidade, mas sempre o desejei, mas não basta desejar sozinha…

Aconteceu agora, porque a vida é fantástica, verás, e eu conheci o teu pai. Sentirás, como eu senti e sinto, o seu olhar meigo, a ternura das suas mãos, a tranquilidade da sua voz, a inteligência e o humor fantásticos que possui e a sua rezinguice inata.

Também te apaixonarás por ele quando sentires o calor do seu peito, quando soltares gargalhadas ao ouvires as trapalhices que insiste em dizer (“Queres tirar macacos do nariz comigo?”), quando te renderes aos seus braços para dançares nos momentos em que menos esperas e menos oportunos…

Não foi o tempo que me deu algumas certezas e segurança, foi o carinho com que o teu pai me abraça e o brilho do seu olhar quando me diz “amo-te”.

Bebé, estou desejosa de te poder sentir crescer dentro de mim!

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Foi ontem


Foi ontem que os meus pais tiveram a certeza que eu vinha a caminho. Ainda não sei o meu sexo, por isso ainda não tenho nome. Sou muito pequeno ainda.

Queria falar dos meus pais. Eles conhecem-se há pouco tempo e são um bocado rabugentos. Mas eu gosto deles assim. A minha mãe queria-me tanto que na passagem de ano até pediu um bebé por cada passa que comeu!!! O meu pai… Ele também queria muito que eu viesse, mas acho que ainda está a habituar-se à ideia.

Bem, vou crescer e multiplicar-me (em número de células, claro), por isso estou muito ocupado. Até amanhã!